domingo, abril 20, 2008

195-todo o cuidado é pouco...

Acidentes verificados numa situação em que se efectua uma marcha à rectaguarda, (marcha-atrás) estão cada vez mais presente nas nossas notícias. Recordo ouvir relatos de acidentes com veículos industrias, quando em trabalho, e em que alguns se terão dado em condições adversas, muita vez até devido ao desenrolar da situação e ao desempenhar de funções aceleradas, no intuito de se tirar o máximo da rentabilidade, acabando e/ou deitando tudo a perder ,em tanto caso acabando na morte de alguém, só porque não se tomam as devidas precauções.
Mas, hoje em dia , são os acidentes ditos "caseiros" , envolvendo quase sempre familiares, sabe-se lá com a responsabilidade de quem, mas de consequências tão pesadas que as lágrimas serão incapazes de apagar da memória de quem as vive.
Li algures , num semanário que a "marcha-atrás" , mata cada vez mais, sendo os números tão alarmantes, que nos dão que pensar. Segundo a fonte, a Polícia terá registado no último ano quase 400 atropelamentos verificados na situação de "marcha-atrás", sobre os quais recaiem cinco vítimas mortais, no entanto a estatísticas dão conta de atropelamentos verificados sómente na via pública, estando nestes valores excluídos os casos de atropelamentos, nas zonas ditas "domésticas" sobretudo dentro das próprias áreas residenciais.
A atenção, deve ser redobrada quando estamos perante crianças ainda de tenra idade, onde a noção do perigo não está ainda "residente" , em que tanta vez a novidade do local, aliada às brincadeiras mais apetecíveis as levam a esconder-se tanta vez entre os carros.
Não passa pela minha cabeça a imensidão da dor de quem por infortúnio se encontra envolvido na situação.
Recentemente, um avõ, atropelou a própria neta que na sua inocência brincava por trás da carrinha, dentro da área de residência, provocando-lhe a morte imediata.
Um acidente deste tipo não entra nas estatísticas, ficam por isso fora das mesmas, porque não são considerados desastres rodoviários.
Mas não se julgue que a existência deste tipo de acidentes tem como vítimas sómente crianças, também acontecem com adultos, e lembro-me que ainda não passou muito tempo, uma mulher terá sido atropelada pelo marido quando este efectuava a "marcha-atrás", Se na situação de crianças, muitas ainda bébés, não existe a percepção do perigo, o que aliado à sua pequenez, torna difícil a que numa amplitude de visão de quem conduz, não dislumbre o corpo, numa situação de adultos , já há aqui, uma falta de concentração mais ou menos evidente, quer da parte de quem se coloca na traseira de um veículo, tanta vez distraído por uma qualquer situação, assim como haverá por parte de quem conduz, uma desatenção pelo meio que o envolve...
Façam-me o favor de serem felizes / GW

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