sexta-feira, dezembro 07, 2007

176-Conto de Natal ( II )

Huuuummmm , fogueirita acesa, sofá chegado á lareira, até o cão e o gato se aproximaram do calor e dormitam enrolados no tapete. Traz-me a saudade à memória os contos que o meu Pai tão pormenorizadamente me contava naqueles serões de Inverno frios da Beira Alta... Como eu me lembro... Bem, nostalgia para o lado e, vamos ao que me trouxe aqui. Para Vocês escolhi esta semana este pequeno conto de natal escrito na simplicidade e sinceridade de uma criança.
Fiquem bem / GW
_________________________________________________
Era uma vez um Pai Natal que ia a casa das pessoas.
Uma vez, ele foi a casa de uma pessoa e entrou pela chaminé e, ao entrar, escorregou e caiu.
- Aiiii! parti a perna.
E depois o Pai Natal pegou no seu telemóvel e telefonou à agência a dizer para mandarem outro Pai Natal. Mas mandaram uma Mãe Natal. E depois, ela foi visitá-lo ao hospital e disse-lhe que ele tinha partido a perna e que tinha que ficar com a perna engessada, dez dias.
A Mãe Natal era japonesa.
Passaram os dez dias e o Pai Natal podia começar a trabalhar.
Depois, conheceu a Mãe Natal. Começaram os dois a ir beber o café, a ir ao ginásio e ao cinema.
Depois o Pai Natal pediu a Mãe Natal em casamento e casaram-se.
Tiveram cinco filhos, mas saem, na mesma, à noite.
escrito por Micaël Pimenta da Silva – N.º 12 – 6.º C e inserido na net
(Pois é, como coisas tão simples nos sabem tão bem ... a simplicidade das crianças têm este condão...)

3 comentários:

  1. hum meu amigo como gostaria desta nostalgia, uma lareira acesa um sofa uma musica,não precisava de mais nada pelo menos dois dias assim acho que so faria bem :(
    mas comentando o conto e deixando para tras estas coisas,gostei realmente dito pela simplicidade das crianças as palavras soam diferente sem maldade fique sempre bem :)* jinho

    p@ulit@

    ResponderEliminar
  2. Quem nunca sonhou com o Pai Natal ponha o dedo no ar! Engraçado como mesmo já crescidita e ainda pensava no pai Natal, não como causa verdadeira, mas sim no sentido das prendas, dos sapatinhos ou meias na chaminé, do esperar pela meia noite. Tanto fazia ser o meu pai ou o meu tio vestidos de vermelho e com enorme barbas brancas, lindo era o sentido que eles deram aos meus Natais.
    Sonhos (Dreams) de criança que não passam.
    Beijinho GW, toda a tua Familia e também a toda a família do Blog, Um santo e Feliz Natal para Todos e um 2008 cheio de Páz, Amor, esperança, saúde.

    ResponderEliminar